#ParaTodosVerem

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Teaser do minidocumentário "Gestos de se comunicar"

FUNDADORES DA COMPANHIA
Verônica Santos
William Simplício

Natural de Belo Horizonte-MG, reside em São Paulo desde 2012. É bailarina intérprete-criadora, coreógrafa, preparadora corporal, diretora de movimento, atriz e arte-educadora. Formada no grupo profissionalizante na Escola de Dança 1° Ato (Belo Horizonte - MG) de 2005 à 2007 e em Educação Física pela Faculdade Estácio. Hoje é estudante do curso de Comunicação das Artes do Corpo - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

É ator-músico/compositor preparador e provocador de corpo cênico, arte educador e graduando em pedagogia. É um dos fundadores da Corpórea Companhia de Corpos. "Acredito ser possível criar um corpo contestador e ao mesmo tempo um genuíno fazedor de arte no âmbito da poesia do respirar, um corpo que transitando nas formas da contramão, desorganize as formas já constituídas". Formado pela Escola Livre de Teatro (ELT). Como ator, iniciou sua formação artística, no Grupo de Teatro Socialista no ano de 1993, em sua cidade natal, Recife PE. Em Santo André, concluiu sua formação na ELT.

ELENCO
Késsia Midory

Késsia Midory, 25 anos, é natural do Estado de Pernambuco, mais precisamente do Sul da Zona da Mata. Se deslocou com seu Pai, Mãe e irmã, como muitos nichos familiares com a intenção de uma vida melhor no Sudeste. Com os atravessamentos que a vida organiza, seu sonho era dançar, já que quando pequena se encantava com os desfiles das escolas de samba na
televisão. Comunicóloga das Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP e Técnica em Dança pela ETEC de Artes de São Paulo. Bailarina/Dançarina sob número DRT: 0042086/SP. Hoje nomeia-se Mulher Cis gênero Afro-Indígena. Mulher Preta que se encanta acerca do popular e urbano, pelos diversos fazeres artísticos trazidos por sua família como o coco na região praiana norte, sua mãe com as danças do frevo, pastoril, maracatu e cavalo-marinho. Para além do redescobrir-se nordestina enquanto o sudeste tenta te devorar, seu corpo pulsa o rebolado, funk, danças afro-brasileiras, e o balé clássico, técnica que estudou até sua formação. Seu trabalho hoje, atravessa áreas como a Educação, Formações Artísticas e de Crítica. Artista Educadora do Programa de Iniciação Artistica - PIÁ, pelo seu
segundo ano. Participou da Obra intitulada "PROJETO 30" com a Corpórea Cia de Corpos; "As aventuras de VocÊu" e "Rua Flu" com a Cia Mover em mais de 25 apresentações entre SESC's e outros, Bailarina Projeto "Guerreia" EDITAL PROAC 03/2019; Multi-Artista no coletivo PAY - Picanha After Yoga; Coordena e da aulas técnicas no Estúdio Nesfesh, entre outros trabalhos não citados acima.

Thais Dias

Artista Piracicabana atuante nas artes como Atriz, Figurinista, Produtora Cultural, Arte Educadora e Diretora Artística; Atriz formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André-ELT (2009). Atuou como Diretora Artística das obras "Degredo" em 2015 com o Grupo Forfé de Teatro na cidade de Piracicaba e em "Eu corpo. Você Sonho" realizada no Instituto de Artes Alana - 2013. Foi Orientadora Cênica e Preparadora do Grupo de Estudos Teatrais Forfezinho/Piracicaba, Arte Educadora, Orientadora e Diretora Artística do Projeto "Movimentação Cultural", de 2011 à 2014, em bairros da periferia da cidade de Piracicaba e Arte Educadora na Fundação CASA em Franco da Rocha/SP através da ONG CENPEC de 2010 à 2013. Integra como Atriz e Figurinista o Grupo Forfé de Teatro/Piracicaba desde 2000 (grupo onde teve início em suas atividades artísticas); no mesmo atuou nos Espetáculos: "Travessias" do Projeto Véus da Aldeia, "Forfé canta: LILÁS", "Viva Nelson Rodrigues: O Anjo Pornográfico", "Antígona", "Senhora dos Afogados". Atriz do Grupo Coletivo Quizumba nos Espetáculos: "Quizumba!" 2011, "Oju Orum" 2015, "Cantos de Aiyê" 2018. Atriz convidada da CIA Pessoal do Faroeste nos processos artístico: "Luz e Sombra" 2013, "Luz Negra" 2014 e "Curarê" 2017. Artista fundadora do Grupo Coletivo Negro, onde construiu e Atuou nos Espetáculos: "Movimento Número 1: Silêncio de Depois" 2011, e "ENTRE" 2013. É Cantora nos Espetáculos de Repertório da Cia Treme Terra; e da Cia Zona Agbara. Como cantora também participou do Bloco Carnavalesco "Desagua" 2018. Como Figurinista contribuiu para as obras dos seguintes Grupos: CIA Pessoal do Faroeste em "Luz Negra" 2014, "Curarê" 2017, e "Brancos e Malvados" 2019, no Bloco Carnavalesco "Desagua" 2018, Coletivo Quizumba em "Pequena história para um tempo sem memória" 2018, Combate Coletivo de Artes Pretas "Mãe Preta" 2019, Coletivo Sementes "Querem nos enterrar mas somos sementes" 2019. Encontra-se em pesquisa para elaboração do figurino dos processos artísticos dos grupos: Coletivo Okan e a Coletiva de Teatro. E em processo criativo temporariamente intitulado: "Camadas da Pele /ou/ Parir a si mesma" onde investiga sua Negritude, Pele, Feminismos e Matriarcado.

Juliana Sanso

Dançarina e intérprete - criadora e pesquisadora das artes do corpo - a artista Mauaense teve sua formação em circo, ginástica rítmica e danças urbanas passando em São Paulo por instituições como Etec de Artes e Projeto Núcleo Luz da Fábrica de Cultura. Atua no campo há 10 anos, aprofundando-se nos pilares de movimentos diaspóricos como: danças urbanas, capoeira e outras técnicas que são embebidas desse núcleo. Aborda em suas pesquisas e produções artísticas temas que discorram o mulheril e suas representações no mundo da dança.

PRODUÇÃO CULTURAL E MUSICAL
Melvin Santhana

É cantor, compositor e multi-instrumentista. Brasileiro, natural de Guarulhos - São Paulo, desde o início de sua carreira propõe uma musicalidade com forte influência na diáspora africana. Com uma vasta trajetória dentro do cenário musical, onde atua há 24 anos percorrendo diversos circuitos e estéticas da música antiga e contemporânea, analógica e digital, Melvin apresenta seu primeiro disco solo, “ABRE ALAS”. Com elementos do funk, rap, trap, soul, samba, afro-beat, seu disco é o espelho de sua pluralidade artística.

Fernando Gimenes

É gestor, produtor e mediador cultural. Formado em Artes Cênicas pela ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André (2010) e em Comunicação Social pela Universidade de Franca (2005). Pós-graduado em Gestão e Produção Cultural pelo GPPCULT - Instituto de Artes da Unicamp (2017/18). Pós-graduado em Gestão Cultural Contemporânea pelo Instituto Itaú Cultural em parceria com o Instituto Singularidades (2018/19), onde criou o Projeto Museu Orgânico Dona Bete. Durante 06 anos (2014/20) integrou o Conselho de Coordenação da Escola Livre de Teatro, atuando como Coordenador de Produção da instituição. Atualmente é orientador da matéria Estudos em Mediação e Produção Cultural no Núcleo de Formação de Atores e Atrizes. Como produtor cultural é/foi responsável pela direção de produção/produção executiva e/ou financeira de projetos dos seguintes grupos paulistas: A Digna, Roda de Criação, Corpórea Companhia de Corpos, A Próxima Companhia, Teatro Kunyn, Núcleo Macabéa, Cia do Mofo, Coletivo Quizumba, Cia La Leche, Cia Entre Nós e Cia Cais do Porto

Artes gráficas e Artes audiovisuais
Noélia Náreja

Iniciou a sua carreira artística em dança no seu país de origem, Argentina.
Escolheu a fotografia como uma extensão da dança e das artes cênicas, percurso que a levou a especializar-se em fotografia de palco.
Formada em fotografia pelo Senac com cursos extracurriculares no projeto “Luz Marginal Procura Corpo Vago”, no MAM (Museu de Arte Moderna – SP) com mentoria de Gal
Oppido; Fotografia Analógica, com Edison Angeloni, no SESC Pompeia.
No audiovisual sua pesquisa deriva sobre a trajetória, como dispositivo documental artístico.

Hugo Bachiega

É fotógrafo e designer freelancer'.

Suas principais formação são:  ADOBE PREMIERE CC ESCOLA IMPACTA DE TECNOLOGIA (2018), DESIGN PARA WEB SENAC (2018), COMUNICAÇÃO VISUAL PANAMERICANA ESCOLA DE ARTE E DESIGN (2011), EDITORAÇÃO COM ADOBE INDESIGN SENAC (2010).

Seus principais clientes são: QUINTO ANDAR - IMOBILIÁRIA, SENTINELA DISCOS, AGÊNCIA MAIS LEVE, MARJORIE SONNENSCHEIN - FOTOGRAFIA, VISUAL DO INSTITUTO MOREIRA SALLES, MARJORIE, SONNENSCHEIN, EMPÓRIO DO OSÓRIO EDIÇÕES e LIVRARIA CULTURA - 2009 -2017.

Mediação Cultural e Comunicação em Redes
Gustarra Oliveira

Natural de Belo Horizonte - MG. Iniciou seus estudos em dança contemporânea e danças urbanas com os seguintes profissionais da dança mineira (Tiça Pinheiro, Alex Dias, Fabrício Donato, Gustavo Durso e Carlos Antônio no Centro de Dança Primeiro Ato, Belo Horizonte - MG, iniciados e concluídos no período de 2012 à 2015. Educador e Oficineiro de dança na Escola Municipal Júlia Paraíso, Belo Horizonte - MG, trabalho que desenvolveu com crianças e jovens da periferia estudos artísticos e coreográficos  para o FEIP (Festival das Escolas Integradas da Pampulha) no período de 2013 à 2017. Dançarino do projeto Anjos D'Rua, Belo Horizonte - MG, que pauta as Danças Sociais de origem afro-brasileiras  contemporânea: Dance Hall, Afro House, Funk estadunidense, entre outros, no período de 2016 à 2017. Oficina de Passinho carioca com Michel Quebradeira pelo Centro de Referência à Dança - SP. Duração 3 meses. Oficina de locking com Tiago Silva pela Oficina Cultural Alfredo Volpi - SP. Duração 2 meses.  Atual formação "Técnico em Dança pela Etec de Artes São Paulo " -  SP 2019. Desenvolve o trabalho de social mídia e assistente de produção local para à Corpórea Companhia de corpos desde 2019. Dançarino do bloco afro-afirmativo Ilu Inã. Hoje integra ao elenco do Núcleo Ximbra, Artista residênte intérprete criador.

Nata Neumann

Artista das artes do corpo, educadora social, turismóloga, produtora cultural. Pesquisadora de violências circulares e geracionais com enfoque em infâncias, mulheres e LGBTI+. Suas principais obras artísticas: "Depois da Parede" (2012-2017 Grupo Cênico retalhos Ululantes), "Tripas ao Coração" (2015-2017), "Corpo: Estado de Memória" (2018) e "Antagonismos (2020). É fundadora da Neumann Produções, integrante do Instituto de Danças Cumbre, da N’Kinpa Núcleo de Culturas Negras e Periféricas e mediadora cultural da Corpórea Companhia de Corpos. No Piá - Programa de Iniciação Artística foi artista educadora de artes integradas e do GT de Culturas Negras e Periféricas (2018), articuladora de área de processos artísticos pedagógicos (2019) e atual articuladora de área de comunicação e divulgação (2021).