#ParaTodosVerem

Ações Emancipatórias
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A série de encontros virtuais “Fomentar trajetórias em diálogos para encruzilhar - Ações Continuadas Emancipatórias: encontros online”, começa no dia 08 de junho (terça-feira), às 17:00, com a participação de Preta Ferreira, multiartista, abolicionista penal e ativista pelo direito à moradia no MSTC - Movimento Sem-Teto do Centro, com o tema “CORPO-OCUPA - Um grito pela liberdade”.

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Na quarta-feira, dia 09 de junho, às 16:00, com o tema “Corpo Quilombo, transmigração e transatlanticidade” , o coletivo recebe como convidado o antropólogo, poeta e militante Alex Ratts, autor de várias obras sobre as questões étnico-raciais no Brasil.

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E na sexta-feira, dia 11 de junho, às 18:00, a arte educadora, cantora e atriz, Joice Jane, que atua na luta por uma política pública que acolha todas as pessoas,participa do encontro para falar sobre o tema “Negritude, territorialidade e infância: Encruzilhar para encantar”.

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A série de encontros virtuais “Fomentar trajetórias em diálogos para encruzilhar - Ações Continuadas Emancipatórias: encontros online”, começa no dia 08 de junho (terça-feira), às 17:00, com a participação de Preta Ferreira, multiartista, abolicionista penal e ativista pelo direito à moradia no MSTC - Movimento Sem-Teto do Centro, com o tema “CORPO-OCUPA - Um grito pela liberdade”.

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Ações Continuadas Emancipatórias:
Encontros online com escritores (as) teórico(as)

Com o compromisso na luta antirracista estabelecemos a proposição de uma pesquisa que objetiva não somente criar, mas também resgatar ações, produções, memórias e trajetórias no percurso da contemporaneidade. Emancipar discursos, oferecendo ferramentas para um diálogo horizontal, seja no palco ou fora dele.


Por isso, consideramos indispensável abrir espaço para aqueles que de alguma maneira vivem em seus corpos ou pesquisam em um viés acadêmico as muitas formas do RACISMO. Nós, acreditamos na arte como um lugar de ressignificação constante, que se constrói através dos diálogos do passado para entendimento e mudança do hoje. Buscamos não silenciar nenhum corpo em nenhuma instância, englobando o que chamamos de lugar de fala e protagonismo das narrativas. Daremos então o protagonismo para quatro 'artivistas', cada um tendo protagonismo para falar e pontuar questões ligadas às pesquisas individuais que se somam ao trabalho da Corpórea Companhia de Corpos.


Clique nas imagens ou nos botões para ser direcionado para o nosso Canal do Youtube onde será transmitido os encontros online.

Convidados(as)
Presenças confirmadas

Janice Ferreira, a Preta, é multiartista, comunicadora inata e de formação. É a mais velha dos oito irmãos. Na adolescência, veio da Bahia para São Paulo e, desde cedo, trabalhou para ajudar na complementação da renda familiar. Formada em publicidade, consolidou sua carreira na produção cultural. É também a autora e intérprete do single e livro Minha Carne. Tem por missão “transformar o mundo, para o desenvolvimento cultural e econômico, a partir de pequenos grupos, com promoção da paz e justiça social”, pontua. Na Ocupação 9 de Julho, Preta organiza eventos culturais e socioeducativos, desde pesquisas acadêmicas, laboratórios, oficinas, shows e ações de saúde e lazer.  Logline Multiartista, abolicionista penal, ativista pelo direito à moradia no MSTC.

Antropólogo, poeta e militante. Professor na Universidade Federal de Goiás e coordenador do Laboratório de Estudos de Gênero, Étnico-Raciais e Espacialidades do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (LaGENTE/IESA/UFG). Publicou Eu sou Atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento (São Paulo, Imprensa Oficial/Instituto Kwanza, 2006), organizou Todas (as) distâncias: poemas, ensaios e aforismos de Beatriz Nascimento (Salvador, Editor Ogum’s Toques Negros, 2015) com Bethania Nascimento Freitas Gomes e escreveu também a biografia Lélia Gonzalez (São Paulo, Selo Negro, 2010) em coautoria com Flávia Rios.

Leci Brandão nasceu no Rio de Janeiro em 12 de setembro de 1944. É cantora, compositora e umas das mais importantes intérpretes de samba da música popular brasileira. Começou sua carreira musical no início da década de 1970, tornando-se a primeira mulher a participar da ala de compositores da Estação Primeira de Mangueira, do Rio de Janeiro.

Ao longo de sua carreira, gravou 25 álbuns, entre eles três compactos e 2 DVDs. Entre 1984 e 1993, Leci foi comentarista dos desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro pela TV Globo. Após uma pausa de seis anos, voltou a comentar o Carnaval carioca de 2000 a 2001. Entre 2002 e 2010 comentou os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo pela mesma emissora.

Em 2004, tornou-se Conselheira da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, permanecendo nestes postos por dois mandatos (4 anos). Em fevereiro de 2010, filiou-se ao PCdoB e candidatou-se ao cargo de deputada estadual por São Paulo, tendo sido eleita e reeleita em 2014 e 2018.

Como parlamentar, Leci Brandão se dedica à promoção da igualdade racial, ao respeito às religiões de matriz africana, à educação e à cultura popular brasileira. Segunda deputada negra da história da Assembleia Legislativa de São Paulo, Leci também levanta a questão das populações indígenas e quilombolas, da juventude, em especial pobre e negra, das mulheres e do segmento LGBT. É madrinha do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé, bicampeã do carnaval, agremiação que acompanha desde 2012 quando Leci foi tema do enredo da escola.

Leci Brandão completou 40 anos de carreira artística em 2015 e lançou um novo trabalho, ‘Simples Assim – Leci Brandão’, em 2017. Por este trabalho, em 2018, Leci foi premiada na categoria melhor cantora de samba pelo 29º Prêmio da Música Brasileira. No mesmo ano, foi reeleita para um terceiro mandato como deputada estadual pelo PCdoB nas eleições de 2018.

 

Atualmente, é Ouvidora Adjunta da ALESP, membro das comissões permanentes de Educação e Cultura, Defesa dos Direitos do Consumidor e Defesa dos Direitos das Mulheres. É coordenadora das Frentes Parlamentares para Promoção da Igualdade Étnico-Racial em Defesa dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais; Privatizações e em Defesa do Patrimônio e dos Serviços Públicos de Qualidade; e Defesa do Carnaval Paulista e Escolas de Samba. Já apresentou mais de 100 projetos, tendo mais de 40 leis aprovadas até o momento.

Artista Educadora, Cantora, Atriz. Atuante na luta por um política pública que acolha todos, todas e todes. É uma das apresentadoras do podcast "Diáspora, a Cor da Nossa Cultura em Encontros e Redes" produzido pela coletiva que integra e coordena - N'Kinpa  - Núcleo de Culturas e Periféricas. Costuma dizer: "Eu sou o que o território pedi e esse território colonial exige muito para os corpos negres"